Assim como Camões, há quem diga que o amor: “É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente”. Katy Perry acredita que ele é “Hot N’ Cold”. Já Shakespeare, defendia que: “Amor não se transforma de hora em hora, antes se afirma para a eternidade”.
Mas afinal, no que consiste o amor? Seria a Química da vida ou a Filosofia desta?
Quantas definições e indagações diferentes sobre um mesmo tema, não é? Mas será mesmo que podemos explica-lo, encontrar uma definição exata para tal sentimento? Será que somos capazes de afirmar o que cada um sente dentro de si, dizendo se ele é puro ou não, pequeno ou grande, constante ou inconstante? Se possuímos toda esta capacidade eu não sei, mas tenho certeza que dentro de cada ser há - mesmo que por menor que seja- um sentimento bom, de afeto e carinho para com o próximo.
- É, o AMOR. . .
O amor abre portas para novos horizontes, traz felicidade, alegria e coisas boas com energia positiva. Mas há quem diga o contrário. Estes possivelmente, ainda não encontraram o real sentido e essência de tal palavra, porém insistem em julgar sua veracidade e afirmar sua inexistência.
Este sentimento denominado ‘Amor ’ necessita ser regado e alimentado sempre, assim como uma flor rara que carece de cuidados especiais e frequentes, pois se esquecida e mal cuidada adormecerá e não mais vai florescer exatamente como tal sentimento.
- Ah, o AMOR. . .
“ – O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, . . . tudo sofre, tudo crÊ , tudo espera, tudo suporta.” 1Coríntios 13: 4 e 7
Forte e ao mesmo tempo frágil; intenso, mas podendo ponderar-se, no entanto sem perder sua vivacidade. É quente como uma lareira que arde no inverno, esmorece em alguns momentos, mas não se apaga, pois possui uma relutante fagulha de calor que insiste em queimar e apenas um leve e bondoso sopro é o bastante para reacendê-la, resgatando chamas de um fogo adormecido e inconstante que se auto afirma AMOR.
Por: Thalita Santos .



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